Que vejo flores em você
Paulo tinha saido como de costume...era domingo e faria sua rotina de sempre: iria na padaria, passaria na banca de revistas para comprar cigarros e por fim, bateria um papo com a florista da esquina. Tudo estava indo bem até a conversa com a florista ser interrompida por um rapaz afoito que entrava para comprar um buquê de rosas para a mulher. solicito, Paulo fez as honras da casa, como um anfitrião, e conduziu o rapaz para a ala das rosas enquanto colocava em prática todos os saberes sobre flores que havia adquirido ao longo dos meses de conversa com a florista. A conversa entre os dois rapazes virou um grande encadeamento de fatos e acasos e Paulo foi embora se dando conta de que teria perdido o horario. No domingo seguinte, acordou e fez tudo como de costume e quando já saia da loja encontrou Roberto na esquina. Os rapazes se cumprimentaram e Paulo convidou Roberto para tomar um café em sua varanda. Lá a conversa das flores só teve fim quando as palavras perderam o espaço para os olhos que se fitavam e a vida pode dar seguimento ao seu curso de enredar histórias.
encontros improváveis de história possíveis... sentimentos que ficam!
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